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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Equipe tem contrato com Ferrari até o fim da temporada 2013

A diretora-executiva da Sauber, Monish Kaltenborn, desmentiu as especulações que apontam um futuro acordo entre a escuderia suíça e a fornecedora de motores Volkswagen, que planeja ingressar na F1. No entanto, a dirigente não garantiu que a equipe seguirá como cliente da Ferrari, que tem contrato com o time de Peter Sauber até o fim da temporada 2013. Vale lembrar que, a partir de 2014, os motores da categoria sofrerão mudanças: ao invés de V8, serão V6.
Em entrevista ao jornal alemão ‘Motorsport Total’, Kaltenborn disse que a Sauber ainda conversará com os diretores da Ferrari sobre o contrato. “Nós temos uma longa história juntos”, disse ela. “Mas está tudo em aberto, porque acho que eles também não sabem muito mais detalhes do que nós sobre certas condições”, complementou.
Os rumores sobre a Sauber passar a receber os motores da Volkswagen surgiram após o proprietário da escuderia, Peter Sauber, revelar que marcou uma reunião com o presidente da fabricante de propulsores, Martin Winterkorn. “Não estamos em conversações com eles”, assegurou Monisha.

Vettel é tricampeão em corrida emocionante em Interlagos

Épica. Assim pode ser descrita a prova deste domingo (25) em Interlagos, que valeu o tricampeonato para Sebastian Vettel. O alemão da Red Bull conquistou o título com a sexta colocação, já que Fernando Alonso ficou em segundo. Mas, durante toda a corrida, diversos cenários se apresentaram.
Logo na largada, Vettel sofreu um toque de Bruno Senna e rodou , o que fez com que ele caísse para a última posição. Depois, na metade do GP, a Red Bull errou a estratégia e obrigou o alemão a parar duas vezes nos boxes logo na sequência. Na segunda, para colocar pneus para chuva.
Nada disso, no entanto, impediu Vettel de se tornar o tricampeão mais jovem da história da Fórmula 1. O alemão se manteve nas posições intermediárias até o fim, foi cauteloso nos momentos mais arriscados e garantiu o título, igualando Juan Manuel Fangio e Michael Schumacher como os únicos com três títulos consecutivos. O heptacampeão, em sua despedida da categoria, ficou na sétima posição.
Lá na frente, Jenson Button venceu, com Fernando Alonso em segundo e Felipe Massa, em terceiro. Mark Webber e Nico Hulkenberg completaram o Top-5.

domingo, 2 de setembro de 2012

Gp da Bélgica dia02/09/2012

Jenson Button vence o GP da Bélgica


O britânico Jenson Button (McLaren) venceu o Grande Prêmio da Bélgica de Fórmula 1, este domingo no circuito de Spa Francorchamps, com o alemão Sebastian Vettel (Red Bull) na segunda posição e o finlandês Kimi Raikkonen (Lotus) completando o pódio.

Button, que largou na pole position, fez uma corrida perfeita e conseguiu sua 14ª vitória na Fórmula 1, a segunda na atual temporada, após o triunfo no GP da Austrália, a primeira corrida do ano.

O brasileiro Felipe Massa (Ferrari) foi o quinto colocado, atrás do alemão Nico Hülkenberg (Force India).

Bruno Senna (Williams) completou a prova na 12ª posição.

A prova foi marcada por um grande acidente logo na primeira curva, que envolveu o espanhol Fernando Alonso, líder do campeonato, o britânico Lewis Hamilton, o mexicano Sergio Pérez e o francês Romain Grosjean.

O acidente provocou a entrada do safety-car na pista, para a retirada dos carros e peças da pista.

Grosjean (Lotus) bateu em Hamilton (McLaren) e seu carro passou por cima da Ferrari de Alonso, que também foi atingida pelo carro do britânico. A Sauber de Pérez também foi atingida na confusão e todos os envolvidos abandonaram a prova.

O carro de segurança ficou cinco voltas na pista e a prova foi retomada poucos minutos depois.

Com o resultado, a vantagem de Fernando Alonso na liderança do Mundial caiu para 24 pontos: o espanhol continua com 164 pontos, contra 140 de Vettel, enquanto Mark Webber aparece com 132 e Kimi Raikkonen com 131.

Gp da Hungria dia 29/07/2012

Hamilton administra pressão de Räikkönen nas voltas finais e fatura GP da Hungria

Lewis Hamilton faturou sua segunda vitória da temporada de 2012 em um GP da Hungria bastante chato, mas de final imprevisível. Pole-position, o britânico dominou a prova disputada neste domingo (29), em Budapeste, perdendo o primeiro lugar apenas nas paradas de box, mas precisou conter os ataques de Kimi Räikkönen nas últimas 20 voltas para conseguir cruzar a linha de chegada na primeira posição.
Hamilton precisou brigar com a Lotus durante toda a prova. Nos primeiros dois terços de disputa, o segundo colocado foi Romain Grosjean, que largou ao lado do inglês na primeira fila e se mostrou rápido o tempo todo. Na segunda rodada de pit-stops, porém, veio o pulo do gato de Räikkönen, que esticou sua permanência na pista para superar Sebastian Vettel e Grosjean, subindo para a vice-liderança da corrida.
No fim, por mais que tentasse utilizar a asa traseira móvel para buscar uma manobra sobre a McLaren, o finlandês não conseguia, ineficaz que o dispositivo era no travado Hungaroring. Após 69 voltas, vitória inglesa, com uma margem de 1s. Grosjean completou o pódio. Esta foi a segunda vez em 2012 em que a Lotus viu seus dois pilotos ficarem entre os três primeiros - a outra foi no Bahrein.

Gp da Alemanha dia 22/07/2012

Alonso vence GP da Alemanha e Vettel é punido em casa


Hockenheim - O espanhol Fernando Alonso, da Ferrari, venceu neste domingo o Grande Prêmio da Alemanha de Fórmula 1, décima prova do Mundial 2012, disputado no circuito de Hockenheim.

O pódio ainda não está confirmado, mas a cerimônia teve o alemão Sebastian Vettel (Red Bull), no segundo lugar e o britânico Jenson Button (McLaren) no terceiro.

Uma ultrapassagem do alemão na 66ª e penúltima volta será investigada pelos comissários da prova.

Os brasileiros não tiveram um bom dia e ficaram fora da zona de pontuação, com Felipe Massa (Ferrari) em 12º lugar e Bruno Senna (Williams) em 17º.

Gp da Grã Bretanha dia 08/07/2012

Webber desbanca Alonso no fim e vence GP da Inglaterra


Depois de roubar a cena nos treinos de sexta-feira e sábado, a chuva, enfim, deu uma trégua neste domingo para o GP da Inglaterra, nona etapa da temporada 2012 da Fórmula 1. O tempo mudou em Silverstone, e o protagonista também. O pole position Fernando Alonso fez o possível para manter sua Ferrari na ponta, mas sofreu com o desgaste dos pneus macios na parte final da prova e não resistiu ao bote australiano. Embalado pelos 25 mil fãs que tinham suas fotos estampadas no carro da RBR, Mark Webber apostou nos compostos duros no fim e arrancou uma ultrapassagem emocionante, por fora, a quatro voltas da bandeirada e partiu para conquistar sua segunda vitória no campeonato. Com o resultado, ele chega a 116 pontos, 13 a menos que Alonso, e acirra a disputa pela liderança. Seu companheiro de RBR, Sebastian Vettel, foi um coadjuvante de destaque e completou a prova em terceiro.

GP da Europa do dia 24/06/2012


O Grande Pêmio da Europa de Fórmula 1 teve ingredientes suficientes para ser considerado um dos melhores desta temporada. Um deles foi o pódio. Definido somente nas últimas voltas da corrida, por causa dos problemas de Vettel, Hamilton e Maldonado, o pódio formado neste domingo parecia impossível se pensado na classificação do último sábado: Alonso, vencedor da prova, largou em 11º, Kimi Raikkonen, segundo colocado, saiu da 5ª posição e Michael Schumacher, terceiro, largou em 12º.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Hamilton dá show no fim, vence o GP do Canadá e amplia o equilíbrio da F-1 em 2012


Lewis Hamilton deu um show no fim, ultrapassou Sebastian Vettel e Fernando Alonso nas voltas decisivas, venceu o GP do Canadá e ampliou ainda mais o equilíbrio da Fórmula 1. O inglês é o sétimo piloto diferente a vencer em sete corridas na temporada, um recorde na história da categoria. Romain Grosjean, da Lotus, e Sergio Perez, da Sauber, completaram o pódio.
O inglês agora assume a liderança do campeonato com 88 pontos, contra 86 de Fernando Alonso e 85 de Sebastian Vettel. Um prêmio para o piloto, que esteve perto de vencer neste ano várias vezes mas, por diversos fatores, ainda estava em branco.
A conquista emocionante veio por conta das diferentes estratégias de pneus dos pilotos, que colocaram emoção em uma prova que foi chata até as voltas decisivas. Hamilton, Alonso e Vettel ficaram à frente na maior parte do GP do Canadá. Quando o piloto da McLaren, então líder, entrou nos boxes para a segunda parada, os dois rivais tentaram passar os 15 giros decisivos com pneus desgastados. A tentativa falhou.Com melhor rendimento, Hamilton foi buscar a diferença, ultrapassou ambos e venceu com propriedade. Depois de ser ultrapassado pelo inglês, Vettel mudou a estratégia, foi para os boxes e voltou a tempo de na última volta buscar Alonso, que a essa altura estava praticamente se arrastando no circuito e já havia sido superado por Grosjean e Perez.
Um fim empolgante para um GP que começou morno desde a largada, que foi correta, com os primeiros colocados mantendo suas posições sem grandes sustos. O único que tentou forçar foi Rosberg, que chegou a dividir curva com Webber pela quarta posição, mas perdeu a disputa, ficou para trás e acabou sendo ultrapassado por Felipe Massa e Paul di Resta, destaques no primeiro momento.
Só que o bom ritmo do brasileiro não durou muito. Na sexta volta ele errou, rodou sozinho e caiu do quinto para o 12º lugar. O erro comprometeu toda a sua corrida. Apesar de ter conseguido se recuperar bem, terminando na décima posição, Massa viu Perez, candidato à sua vaga na Ferrari no ano que vem, chegar no pódio, o que deve aumentar a pressão sobre ele.
A trapalhada de Massa foi praticamente a única emoção da corrida até a primeira janela de pit stops, que começou por volta da 17ª volta. Vettel não conseguiu abrir vantagem para Hamilton e entrou primeiro nos boxes. Hamilton foi no giro seguinte e conseguiu voltar pouco à frente do alemão. Alonso, duas voltas depois, repetiu a estratégia e entrou na pista à frente dos dois.
Sorte de Hamilton, que passou o ferrarista rapidamente e contou com a dificuldade de Vettel em ultrapassar Alonso para se distanciar dos rivais. Com as três primeiras posições definidas, os líderes mantiverem seus lugares até o segundo pit do inglês, que iniciou toda a emoção da corrida.
Alheio a tudo isso, no fim do grid, estava Bruno Senna. O brasileiro largou no 16º lugar e nunca esteve à vontade no GP do Canadá. Desde a primeira metade da corrida ele caiu para as últimas colocações, entre as nanicas Marussia, Caterham e HRT. Com um rendimento muito abaixo do resto dos pilotos, ele terminou na 17ª colocação, justamente à frente das equipes menores, muito piores que a sua Williams, que emplacou Pastor Maldonado na 13ª posição.

Todt quer usar exemplos das pistas para aumentar segurança nas ruas

O presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Jean Todt, esteve em São Paulo nesta quarta-feira para promover uma campanha mundial de segurança viária instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) e que tem apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Ao lado de autoridades, o francês discursou sobre estratégias para reduzir acidentes e citou o automobilismo profissional como exemplo e teve seu discurso reforçado por Emerson Fittipaldi.

"Nos anos 1970 e 1980 perdi alguns de meus colegas em acidentes", relembrou o francês, que fez carreira como navegador em provas de rali antes de assumir funções de gerenciamento em equipes de competição. "Hoje acho que podemos fazer a diferença. É um desafio fantástico, o melhor que já tive que enfrentar, mas é possível superá-lo", completou.

Todt viaja pelo mundo para divulgar a campanha da ONU ao lado de sua mulher, a atriz malaia Michelle Yeoh, tratada como embaixadora mundial da segurança viária. Em cada país, o francês e sua esposa comandam ações para estimular a segurança no trânsito e buscam personalidades locais para atrair atenção.

No Brasil, os escolhidos foram Felipe Massa e Emerson Fittipaldi, que ressaltaram a importância de campanhas educativas e a evolução da segurança no automobilismo profissional, que deve ser tomada como exemplo para reduzir o número de vítimas e acidentes nas ruas.

"Quando eu comecei na Fórmula 1, por exemplo, eram anos críticos, a gente nunca sabia quem ainda estaria lá no final do ano. Mas dentro do automobilismo de competição, todos os setores melhoraram para aumentar a segurança", disse Fittipaldi. "Os carros brasileiros precisam melhorar, muitos não estão em nível internacional, as estradas, a sinalização, a cultura do motorista. Todos os setores", completou o bicampeão da F-1 na década de 70.

Precisando de resultados, Massa aceita ajudar Alonso no Mundial

O brasileiro Felipe Massa já admitiu que precisa melhorar seu rendimento na segunda metade da temporada da Fórmula 1 para tentar continuar na equipe Ferrari, mas planeja agradar a equipe também de outras formas. A principal é ajudar, quando tiver oportunidade, o espanhol Fernando Alonso na briga pelo título do Mundial.

Massa, cujo contrato com o time italiano expira ao fim de 2012, é apenas o 14º colocado da temporada da F-1, com 25 pontos ganhos. Já o asturiano, que completou todas as provas do ano na zona de pontuação, lidera o Mundial, com 164 pontos conquistados em 11 corridas disputadas.

"Claro que a gente pretende estar brigando para chegar no pódio, em uma boa posição lá na frente. Mas havendo uma corrida em que estiver perto do Alonso, ou na frente dele, o caminho é ajudá-lo a ser campeão. Isso é claro", afirmou Massa. "A posição do campeonato dele é completamente diferente da minha, isso não é novidade", completou o brasileiro.

Nesta quarta-feira, o piloto da escuderia italiana participou de um evento sobre segurança viária em São Paulo, ao lado do presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Jean Todt, e Emerson Fittipaldi. Vestido com trajes sociais, o paulista foi advertido pela assessora do time que o acompanhava e se trocou antes de conversar com os jornalistas sobre a F-1.Ele trocou a camisa listrada e o terno preto pela camisa polo oficial da Ferrari e, mesmo dentro do prédio, foi obrigado a colocar o boné da escuderia, que estava guardado dentro da bolsa de sua assessora.

A postura de Massa dentro da Ferrari não é novidade. No Grande Prêmio da Alemanha de 2010, exatamente um ano após sofrer um grave acidente, o brasileiro recebeu ordens da equipe italiana para deixar o espanhol, que brigava pelo título do Mundial, ultrapassá-lo e vencer a prova.

O paulista, que um mês antes havia acertado a renovação de seu contrato com a equipe, liderou dois terços da corrida, até receber a ordem pelo rádio. "Fernando é mais rápido do que você. Pode confirmar que entendeu a mensagem?", questionou Rob Smedley, engenheiro de Felipe, de forma bem pausada. Pouco depois, o brasileiro mostrou que compreendeu o recado e, na saída do hairpin, quase freou o carro para Alonso passar.

O espanhol venceu o GP da Alemanha com Felipe Massa na segunda colocação, mas a manobra da Ferrari não teve o resultado esperado dentro do campeonato. Alonso teve que amargar o vice-campeonato do Mundial de 2010 e ver o jovem alemão Sebastian Vettel, da Red Bull, conquistar seu primeiro título.

sábado, 26 de maio de 2012

Schumacher lidera e, punido, vê pole cair no colo de Webber; Massa sai em 7º

Ganhou, mas não levou. Contestado pelos resultados inexpressivos desde seu retorno à F-1 em 2010, Michael Schumacher finalmente mostrou serviço na pista. O heptacampeão foi o mais rápido deste sábado no treino classificatório para o GP de Mônaco, com 1m14s301, mas vai pagar caro pela batida com Bruno Senna há duas semanas, na Espanha. Punido com a perda de cinco posições, o alemão de 43 anos caiu para sexto no grid deste domingo. E quem se deu bem foi o australiano Mark Webber, da RBR, que fez o segundo melhor tempo (1m14s381) e viu a pole position cair em seu colo. Nico Rosberg, companheiro de Schumi na Mercedes, completa a primeira fila, seguido por Lewis Hamilton (McLaren), Romain Grosjean (Lotus) e Fernando Alonso (Ferrari).


Determinado a iniciar uma reação na temporada, Felipe Massa deu um grande passo neste sábado. Pela primeira vez no ano, o brasileiro da Ferrari avançou à superpole e vai largar em sétimo, sua melhor posição no campeonato. O compatriota Bruno Senna não teve o mesmo sucesso. O piloto da Williams foi eliminado no Q2, anotou o 14º tempo e sairá em 13º, por causa da punição de dez posições imposta a seu parceiro Pastor Maldonado - o venezuelano, que venceu o GP em Barcelona, caiu de nono para 19º neste sábado, punido por ter tocado a Sauber de Sergio Pérez no treino livre da manhã, mas terá que largar em último por trocar o câmbio e perder mais cinco posições. Kimi Raikkonen (Lotus) ficou em oitavo, à frente de Sebastian Vettel (RBR), que sequer saiu dos boxes na superpole, poupando pneus para a corrida.
F1 Mônaco Mark Webber Michael Schumacher (Foto: Reuters)